terça-feira, 4 de abril de 2006

Wayne Forte
O espaço entre os músculos e a inquietação da alma
[novo ponto a ser sufocado]
Retrato absoluto de outra tarde desolada.

Minúsculo rizoma
onde o cinza prevalece – céu anunciando mudança climática.


A lua crescente é o que te parece mais lúcido
[velhos amigos envoltos em trapos]
Longe, as memórias acenam horizontes estanques.

Amórfico entardecer onde o azul rareia
– trinta e oito anos delimitados pela dor –


No one knows and no one came
No one knows and no one came
No one knows and no one came

Be my preferred angel
Be my preferred friend
Be my preferred true
– flesh and blood
of mine –

O que secretas te desnuda a essência
O que permites disfarça toda ausência
Quando aquietas é que te nutrem as esperanças.

Eat my sins
Redemption is here
Redemption is here
Redemption is here
Always here


No medo encontras aquilo que te imuniza
O que te falta quando a queda parece lampejo
Quando a ilusão não passa de um sorriso perdido


As entranhas ardem em desespero
As entranhas ardem em desespero

Entranhas
Desespero

2 comentários:

tb disse...

38 anos é mt tempo, troca e revive por outros tantos de luz!
como são lindas as tuas palavras. Como gosto do teu sentir....
abraços

Celso disse...

Homens mortos em busca de paz. Belo texto, Douglas.

Sds