domingo, 2 de julho de 2006


a solidão por vezes estrangula
– quando deixamos de ser companhia –
a solidão não duvida nem titubeia

– olha direto nos olhos –
a solidão tem dedos magros e longos

– sabe onde a nossa dor está escondida –
[fiel, repousa em silêncio no lado de dentro da esperança]

Um comentário:

Celso disse...

Ótimo, Douglas. Sem mais palavras.
Sozinho.

Sds